Sobre a CBBN

CAPÍTULO I

Do Nome, Constituição, Sede e Fins.

Art. 1º - A Comunhão Batista Bíblica Nacional, doravante chamada Comunhão, fundada em 01 de dezembro de 1973, por tempo indeterminado, com sede e foro na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, é uma organização civil de caráter religioso, sem fins lucrativos, constituída em número ilimitado pelas igrejas batistas bíblicas que com ela cooperam.

Art. 2º - A Comunhão tem unicamente a Bíblia Sagrada como regra de fé e prática para os seus membros.

Art. 3º - São membros da Comunhão as igrejas Batistas Bíblicas que solicitem a sua admissão, sendo aceitas em qualquer reunião da Diretoria ou na Assembleia Ordinária, bienal.

§1º - Só poderão ser arroladas na Comunhão as igrejas batistas bíblicas que aceitem a Bíblia Sagrada como única regra de fé e prática e reconheçam como fiel interpretação da mesma a Declaração de Fé da Comunhão Batista Bíblica Nacional transcrita neste estatuto.

§2º - O pedido de arrolamento deverá conter os seguintes itens:

I. Informações corretas sobre o nome, endereço, data de organização, número de membros da requerente e o nome da igreja organizadora;

II. Cópia da ata registrada em Cartório da assembleia administrativa em que a igreja decidiu pedir o seu arrolamento na Comunhão;

III. Declaração formal de que a igreja aceita a Bíblia Sagrada como única regra de fé e prática, e tem como fiel interpretação a Declaração de Fé da Comunhão e compromete-se a cooperar com o sustento financeiro mensal a Comunhão, de seus missionários e ministérios;

IV. Cópia do CNPJ, Estatuto e Regimento Interno da igreja.

V. Não serão aceitas Igrejas que não estiverem devidamente constituídas juridicamente.

§1º - O arrolamento de uma igreja só poderá ser feito mediante parecer favorável da Diretoria.

§2º – O arrolamento de uma igreja na CBBN implicará na consulta às juntas estaduais ou regionais e em havendo concordância será efetivada a filiação.

§3º - Não havendo uma Junta Estadual ou Regional o processo de filiação será feito pela CBBN.

§4º - A Comunhão deverá manter atualizado o rol de igrejas, publicando-o periodicamente, devendo as igrejas comunicarem a CBBN sempre que houver mudanças cadastrais, tais como: endereço, telefone, pastor e etc.

Art. 4º - Os associados terão direitos e deveres, quais sejam: Dos deveres:

a) cumprir e fazer cumprir o presente estatuto;

b) respeitar e cumprir as decisões da assembleia geral;

c) zelar pelo bom nome da Comunhão;

d) defender o patrimônio e os interesses da Comunhão;

e) cumprir e fazer cumprir o regimento interno;

f) enviar representante com direito a voto por ocasião das eleições e assembleias;

g) denunciar qualquer irregularidade verificada dentro da Comunhão, para que a assembleia geral tome providências;

h) é dever da associada contribuir financeiramente para o sustento da CBBN.

Dos Direitos:

Os representantes das igrejas associadas poderão votar e ser votados para qualquer cargo da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal, na forma prevista neste estatuto.

Gozar dos benefícios pela entidade na forma prevista neste estatuto;

Recorrer à Assembleia Geral contra qualquer ato da diretoria e do Conselho Fiscal que infrinja nos princípios e normas estabelecidos neste estatuto.

Artigo 5° - A Diretoria ou a CBBN reunida em Assembleia, mediante parecer do Comitê de Ética, poderá desligar, por maioria simples de votos, qualquer igreja do seu rol de membros que incorrer na não observância da Declaração de Fé, ou, que deixar de prestar a sua colaboração financeira.

Parágrafo 1º. – As igrejas filiadas poderão pedir o seu desligamento, acompanhado de Ata da Assembleia da referida igreja com aprovação do pedido.

Parágrafo 2º. – As igrejas excluídas da CBBN, que se sentirem prejudicadas nos seus direitos, poderão recorrer a assembleia geral da CBBN.

Parágrafo 3º. – A CBBN excluirá igrejas e pastores do seu rol, por recomendação das juntas estaduais e regionais; contudo tais igrejas e pastores poderão recorrer a assembleia geral da CBBN, caso sintam-se prejudicados nos seus direitos.

Art. 6º - A Comunhão, em cooperação com a Baptist Bíble Fellowship International, tem como objetivos fundamentais:

I. Promover confraternização entre as igrejas batistas bíblicas do Brasil.

II. Contribuir, por todos os modos, para aperfeiçoar, aprofundar e ampliar a visão e a ação das igrejas visando o desenvolvimento da obra missionária e evangelística, tanto no Brasil como no mundo.

III. Contribuir para o treinamento, avaliação e consagração de pastores e missionários.

IV. Socorrer, dentro do possível, as igrejas e obreiros que estiverem necessitando de auxílio financeiro e orientação eclesiástica.

V. quando possível, abrir ou auxiliar escolas, orfanatos, hospitais, asilos e outras instituições de caridade.

§1º - O programa de ação junto às igrejas compreende as seguintes áreas: evangelização, missões, ação social, educação, educação religiosa, educação ministerial e comunicação.

§2º - Somente as igrejas que cooperam no sustento financeiro das despesas administrativas da Comunhão poderão receber verbas oriundas da mesma ou de entidades ligadas a ela.

§3º - A relação da Comunhão com as igrejas é tão somente de natureza cooperativa, não envolvendo obrigações outras, senão quando formalmente expressas em documentos assinados pelas partes.

Art. 7º - Na execução de seu plano geral de trabalho, a Comunhão contará com a cooperação das igrejas arroladas, podendo para esse fim, fazer-lhes recomendações específicas, desde que respeitado o princípio de autonomia da igreja local.

CAPÍTULO II

Da Assembleia, sua Constituição e Funcionamento

Art. 8º - A Assembleia, constituída dos representantes credenciados pelas igrejas arroladas, é o poder supremo da Comunhão.

Art. 9º - A Assembleia Ordinária será realizada bienalmente, por ocasião do Congresso Batista Bíblico. A Assembleia Extraordinária será realizada quando necessária, tendo em vista os interesses da Comunhão.

§1º - As Assembleias serão convocadas mediante publicação de edital de convocação no Jornal “O Batista Bíblico”, e na falta deste através de Carta Circular, com a antecedência mínima de sessenta dias.

§2º - A Assembleia Extraordinária será convocada pelo presidente da CBBN, com aprovação de 2/3 da diretoria, também poderá ser convocada mediante iniciativa de um quinto das igrejas participantes, e que estejam cumprindo fielmente todas as suas obrigações para com a Comunhão.

§3º - A Assembleia poderá ser realizada em qualquer parte do Brasil, devendo contar da convocação o local, dia e horário de sua realização.

§4º - Só os membros de igrejas batistas bíblicas arroladas na Comunhão poderão ser representantes na assembleia.

§5º - Cada igreja participante poderá indicar um representante com direito a voto e podendo ser votado. Essa indicação deverá ser por carta, a ser apresentada na ocasião. Uma igreja poderá fazer-se representar através de procuração, contanto que o número de igrejas representadas por um mesmo procurador não exceda a 3 igrejas, obedecidas as exigências do artigo 8. O credenciamento será válido apenas para uma assembleia.

§6º - O quórum mínimo para a realização da Assembleia Ordinária e Extraordinária é de 50% (cinquenta por cento) das igrejas arroladas em primeira chamada e após quinze minutos com qualquer número de presentes.

§7º - Para deliberar sobre a perda de mandato de qualquer membro da diretoria (artigo 10 deste Estatuto), bem como para deliberar sobre reforma de Estatuto (artigo 38 deste Estatuto), é obrigado voto concorde de dois terços dos presentes na assembleia especialmente convocada para esse fim.

Art. 10º - A Diretoria da Comunhão, eleita em Assembleia ordinária, será responsável pela administração da entidade e será composta de presidente, vice-presidente, primeiro e segundo secretários, primeiro e segundo tesoureiros, Diretor do conselho de pastores, diretor do comitê de ética e diretor do Comitê de Missões.

§1º - Só poderão ser eleitos pastores para os cargos de Presidente, vice-presidente, diretor de missões, diretor do conselho de ética e do conselho de pastores e para os demais cargos da diretoria da CBBN pastores ou representantes de igrejas, contudo em todos os casos os representantes de igrejas que estejam cumprindo suas obrigações com a CBBN.

§2º - O mandato da diretoria eleita será de 2 (dois) anos e vigorará até à posse da nova diretoria, que ocorrerá no dia 1º. de Janeiro do ano subsequente a assembleia.

§3º - As assembleias serão dirigidas pelo presidente ou substituto legal.

CAPÍTULO III

Das Atribuições da Diretoria

Art. 11º - São atribuições do presidente:

I. Cumprir e fazer cumprir o Estatuto da Comunhão;

II. Convocar e dirigir as Assembleias da Comunhão;

III. Representar a Comunhão conforme o disposto no art. 30º deste Estatuto;

IV. Presidir as reuniões da Diretoria;

V. Participar como membro ex-ofício dos Comitês e Conselhos da Comunhão;

VI. Assinar em conjunto com o tesoureiro cheques e documentos que envolvam transações financeiras;

VII. Exercer as demais funções inerentes ao cargo.

Art. 12º - São atribuições do vice-presidente:

I. Substituir o presidente nos seus impedimentos e auxilia-lo sempre que necessário.

Art. 13º - São atribuições do 1º secretário:

I. Secretariar as reuniões e assembleias;

II. Lavrar as atas;

III. Ter a seu cuidado o arquivo da Comunhão;

IV. Atender ao expediente, respondendo cartas e ofícios e fazendo todas as comunicações determinadas pela Diretoria e Assembleia.

V. Exercer as demais funções inerentes ao cargo.

Art. 14º - São atribuições do 2º secretário:

I. Substituir o 1º secretário nos seus impedimentos e auxilia-lo sempre que necessário.

Art. 15º - São atribuições do 1º tesoureiro:

I. Receber, guardar e depositar, escriturar e apresentar demonstrativos financeiros semestrais para o Conselho Fiscal;

II. Efetuar os pagamentos de responsabilidade da Comunhão, assinando juntamente com o presidente cheques e documentos que envolvam transações financeiras.

III. Exercer as demais funções inerentes ao cargo e as constantes no Regimento Interno.

Art. 16º - São atribuições do 2º tesoureiro:

I. Substituir o 1º tesoureiro nos seus impedimentos e auxilia-lo sempre que necessário.

Art. 17º - Qualquer membro da diretoria perderá seu mandato nas seguintes condições:

I. Por renúncia através de carta registrada demissória apresentada à Diretoria.

II. Por descumprir quaisquer itens deste estatuto ou desviar-se dos princípios da Declaração de Fé.

III. Por não mais ser membro de uma Igreja Batista Bíblica arrolada na Comunhão.

Parágrafo Único – Nestes casos o cargo ficará vago até a próxima Assembleia para eleição da nova Diretoria, e o seu substituto assumirá imediatamente.

CAPÍTULO IV

Dos Comitês e Conselho

Art. 18º - Para a realização dos seus fins específicos, nas diferentes áreas especializadas, a Comunhão contará com os seguintes comitês e conselho:

Comitê de Ética.

Comitê de Missões.

III. Conselho de Pastores.

Art. 19º - Os Comitês serão compostos por até três membros mais o Diretor que o dirigirá. O Diretor será eleito na Assembleia bienal e terá mandato idêntico ao da Diretoria. Os membros serão sugeridos pelo diretor e aprovados pela Diretoria em cada gestão.

Art. 20º - Os Comitês ou Conselhos deverão sempre reportar à Diretoria da Comunhão antes de tomar qualquer decisão.

§1º - Os Comitês ou Conselhos apresentarão sempre que solicitado, os relatórios de suas atividades e ou projetos, durante o período em exercício.

§2º - Quando houver conveniência a Comunhão poderá criar novos Comitês e Conselhos, que a seu juízo se façam necessários à consecução dos fins previstos neste Estatuto.

CAPÍTULO V

CONSELHO DE PASTORES

Art. 21º - O Conselho de Pastores será constituído por até cinco pastores, e cuidará do processo de exame e ordenação de candidatos ao ministério pastoral, como também a destituição dos mesmos.

§1º - Os pastores Batistas Bíblicos farão parte de um rol de membros do conselho de Pastores, cabendo a este mantê-lo atualizado.

§2º - Quanto à ordenação de novos pastores, a igreja local deverá comunicar o pedido de exame a Junta Estadual, na falta desta deverá encaminhar o pedido ao Conselho de Pastores da CBBN. No caso de existência da Junta, ela assumirá a responsabilidade do processo de exame e ordenação devendo, ao final do processo, enviar cópia da ata de consagração do novo pastor ao Conselho de Pastores para que o mesmo seja reconhecido pela CBBN. Caso não exista Junta Estadual, o Conselho de Pastores da CBBN nomeará um representante que acompanhará o processo.

§3º - O candidato só será examinado e ordenado se: a) Apresentar cópias simples dos seguintes documentos: Certidão de Casamento, RG, CPF, b) Certificado de conclusão de Curso Teológico em Escola Fundamentalista, c) Certidão negativa do Serasa; d) Cópia da ata da Igreja solicitando o exame. e) Declaração de Concordância com a Declaração de Fé da CBBN.

§4º - A igreja local poderá formar o seu próprio conselho examinador, porém deve observar os itens acima citados e, após a ordenação, enviar cópia de todo o processo ao Conselho de pastores da CBBN. §5º - Caso o candidato à ordenação não tenha uma formação fundamentalista, o mesmo deverá fazer uma adaptação teológica, conforme os distintivos Batista Bíblico, devendo o candidato, apresentar declaração de conclusão do mesmo.

§6º - A CBBN elegerá na assembleia bianual o diretor do conselho que indicará mais três componentes para compor o conselho de pastores.

Art. 22º - As igrejas Batistas Bíblicas devem ser pastoreadas por pastores da mesma fé e ordem. Caso haja o interesse de se convidar pastores Batistas que não estejam integrados ao grupo, a igreja promoverá uma entrevista com o candidato, supervisionada pelo Conselho de Pastores, que atuará nos moldes previstos nos moldes do artigo 21º. Será necessário parecer favorável do Conselho de Pastores, ratificado pela Diretoria da CBBN, para que o candidato seja considerado Pastor Batista Bíblico, caso o parecer seja desfavorável, a igreja poderá ou não acolher o parecer do Conselho, porém o pastor não será reconhecido no Conselho de Pastores e a igreja será descredenciada da CBBN, porém a mesma poderá pedir o seu recredenciamento a qualquer momento desde que esteja disposta a respeitar a declaração de fé e aos princípios contidos neste estatuto.

Parágrafo único – Somente serão aceitos pastores e missionários oriundos de outros grupos desde que se submetam ao processo de exame e ordenação conforme estabelecido neste estatuto.

Art. 23º - Caberá a CBBN emitir Carteira de Identificação Pastoral, com validade não superior a 10 anos, mediante carta de solicitação enviada pela igreja, para pastores já consagrados, contendo: nome, RG, CPF, data de nascimento, nome da igreja. Os pastores que serão consagrados a partir desta data, será emitido automaticamente após o processo de exame e consagração.

Parágrafo Único - Caso algum pastor credenciado pelo Conselho de Pastores da CBBN se envolva em conduta não condizente com a fé cristã, ou prática não identificada com a Declaração de Fé da CBBN, o mesmo será descredenciado do rol de pastores da CBBN, em qualquer das reuniões da diretoria da mesma, mediante parecer do conselho de pastores. Devendo a apuração dos fatos se darem nos moldes do artigo 21º.

CAPÍTULO VI

DO SECRETÁRIO EXECUTIVO

Art. 24º - O Secretário Executivo será nomeado ou destituído pela diretoria da CBBN, exercendo o mandato por tempo indeterminado e enquanto bem servir. Representará os interesses da CBBN junto às igrejas filiadas em todo território nacional e onde se fizer necessário. Estará subordinado à diretoria da CBBN, devendo prestar relatório periódico à mesma.

§1º - O Secretário Executivo será sustentado e subsidiado por ofertas voluntárias das igrejas filiadas a CBBN.

§2º - As diretrizes para atuação do Secretário Executivo serão estabelecidas pela diretoria da CBBN, visando os interesses e posicionamentos da mesma.

CAPÍTULO VII

DO CONSELHO FISCAL

Art. 25º - O exame econômico-financeiro da Comunhão será exercido por um Conselho Fiscal.

§1º - O Conselho Fiscal será constituído de 3 (três) membros, eleitos pela Assembleia da Comunhão, e terá mandato idêntico ao da Diretoria, sendo que estes elegerão entre si o Diretor do Conselho.

Art. 26º - Ao Conselho Fiscal compete:

I. Examinar periodicamente os livros e documentos relacionados com a vida econômico-financeiro da Comunhão;

II. Redigir parecer e apresentá-lo à Assembleia bienal da Comunhão.

Art. 27º - A Comunhão está obrigada a atender às solicitações do CONSELHO FISCAL, colocando à sua disposição todos os livros contábeis, documentos e balanços, em tempo hábil, para apresentação de relatório em assembleia.

CAPÍTULO VIII

DO CONTROLE DOS COMITÊS

Art. 28º - A Diretoria da Comunhão tem legitimidade para dissolver quaisquer de seus comitês, nas seguintes hipóteses:

I. Quando o comitê não mais estiver cumprindo as finalidades e objetivos para as quais foi criada;

II. Quando for julgada conveniente a sua fusão e/ou incorporação por outro comitê da própria Comunhão.

CAPÍTULO IX

DOS REPRESENTANTES REGIONAIS

Art. 29º – Considerando que a Comunhão tem a sua atividade em todo o território nacional, serão nomeados, pela diretoria da CBBN, em cada gestão, representantes regionais nas áreas onde existam igrejas arroladas à entidade.

§1º - A gestão dos representantes será de dois anos, terminando conjuntamente com o mandato da diretoria que os nomeou.

§2º - Nos Estados em que houver uma Junta/Comunhão Estadual ou Regional, o representante será sempre o presidente de tais entidades.

§3º - Os representantes regionais reportar-se-ão diretamente à diretoria da CBBN, que, sendo necessário, os convocará para entendimentos ou reuniões específicas.

§4º - As funções dos representantes regionais serão de representar os interesses da CBBN, cooperando com ela na solução de problemas, como também na divulgação e promoção dos projetos da CBBN em sua região.

§5º - As Juntas/Comunhões Estaduais ou Regionais deverão ter seus Estatutos e Regimentos Internos em conformidade com o Estatuto da CBBN.

CAPITULO X

Da Receita e do Patrimônio

Art. 30º - A receita da Comunhão é constituída da contribuição mensal das igrejas a ela filiadas, como também de doações, legados e rendas de procedência compatível com os seus princípios.

§1º - As doações feitas à Comunhão serão submetidas à análise e apreciação da Diretoria antes de serem aceitas.

§2º - Os donativos feitos à Comunhão com finalidades específicas não podem ser utilizados de forma diferente, a não ser com a aquiescência expressa dos doadores e na ausência destes, e por impossibilidade legal, a decisão terá que ser submetida à assembleia geral da CBBN.

§3º - Os levantamentos em numerários terão cheques assinados pelo Tesoureiro, ou no seu impedimento pelo 2º Tesoureiro, e pelo Presidente, ou no seu impedimento pelo Vice-Presidente conjuntamente; bem assim, serão assinados os títulos e documentos que representam responsabilidade da Comunhão, inclusive escrituras de bens imóveis.

Art. 31º - Os bens da Comunhão são constituídos de bens móveis, imóveis, semoventes e outros, só podendo ser utilizado na consecução de seus fins estatutários.

Art. 32º - Qualquer ato que importe em alienação ou oneração de bens imóveis da Comunhão dependerá de autorização em assembleia convocada para esse fim.

Art. 33º - É vedado o uso do nome da Comunhão e de seus comitês e conselhos em fianças e avais.

CAPÍTULO XI

Art. 34º - A Comunhão é representada ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente pelo Presidente e no seu impedimento pelo vice-presidente, e no impedimento deste, segue-se a ordem de eleição, podendo ainda, constituir procuradores com poderes específicos para:

I. Defesa dos princípios e da fé Batista Bíblica, nas situações que envolvam quaisquer das igrejas batistas bíblicas arroladas na Comunhão;

II. Defesa do patrimônio e bens das referidas igrejas;

III. Defesa dos interesses do seu patrimônio em geral, assim como dos direitos de que venha a tornar-se titular, mediante doações e legados.

Art. 35º - A CBBN tem legitimidade para ingressar em juízo como autora ou em qualquer processo judicial na qualidade de assistente, opoente, terceira interessada ou substituta processual.

Art. 36º - A CBBN não responde solidária nem subsidiariamente por quaisquer obrigações assumidas para com terceiros, por seus comitês e conselhos, pelas igrejas que com ela cooperam ou representantes às suas Assembleias, esclarecido também que estes não respondem entre si e solidariamente por obrigações contraídas por qualquer um deles.

Parágrafo Único - De igual modo, os membros da Diretoria não respondem nem mesmo subsidiariamente, por obrigações contraídas pela Comunhão.

Art. 37º - Para a dissolução da Comunhão serão necessárias duas assembleias extraordinárias, com período de 60 (sessenta) dias entre elas, só podendo ser dissolvida pela unanimidade de seus membros. Contudo em qualquer caso, a Comunhão não se dissolverá com os votos de mais de 80% (oitenta por cento) dos membros presentes à assembleia.

Parágrafo Único - No caso de ser a dissolução aprovada, o patrimônio da Comunhão, resguardados os direitos de terceiros, será destinado às igrejas arroladas, que permanecerem fiéis a Declaração de Fé.

Art. 38º - O presente Estatuto entrará em vigor depois de registrado no Cartório competente, só podendo ser reformado pela Assembleia especificamente convocada para este fim, observando-se o quórum e os termos contidos no § 7 do artigo 9º deste Estatuto.

Art. 39º - Nenhum membro da Diretoria, dos Comitês e dos Conselhos receberá remuneração no exercício da sua função, nem participam da receita, a qualquer título, a não ser para o reembolso de despesas efetuadas a serviço da CBBN.

Estatuto aprovado em Assembleia Extraordinária da CBBN em 21 de setembro de 2013 em Campinas – São Paulo, no Hotel Nacional Inn

DECLARAÇÃO DE FÉ DAS IGREJAS BATISTAS BÍBLICAS DO BRASIL

Um Batista Bíblico crê numa Bíblia sobrenatural, que fala de um Cristo sobrenatural, que teve um nascimento sobrenatural, que disse palavras sobrenaturais, que fez milagres sobrenaturais, que viveu uma vida sobrenatural, que morreu uma morte sobrenatural, que ressuscitou num esplendor sobrenatural, que fez intercessão como um sacerdote sobrenatural e que um dia voltará em Glória sobrenatural para estabelecer um reino sobrenatural na terra.

Art. 1º - Das Escrituras

Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens, sobrenaturalmente inspirados por Deus e que é a verdade sem qualquer erro em seu conteúdo. E, portanto é, e permanecerá até o fim dos séculos como a única revelação completa e final de Deus ao homem; o verdadeiro centro de união cristã e o padrão supremo pelo qual toda a conduta humana, credos e opiniões deverão ser aferidos.

I. Por Bíblia Sagrada queremos dizer aquela coleção de sessenta e seis livros, de Gênesis a Apocalipse, a qual, originalmente escrita, é a própria Palavra de Deus verbal e plenária.

II. Por inspiração, queremos dizer que os livros da Bíblia foram escritos por homens santos da antiguidade, conforme foram movidos pelo Espírito Santo e de um modo tão definitivo que os seus escritos foram sobrenatural e verbalmente inspirados, livres de erro, como nenhum outro foi ou jamais será inspirado. 2 Tm. 3:16-17; II Pe. 1:19-21; At. 1:16; At. 28:25; Sl. 119:160; Sl. 119:105; Sl. 119:130; Lc. 24:25-27; Jo. 17:17; Lc. 24:44-45; Sl. 119:89; Pv. 30:5-6; Rm. 3:4; I Pe. 1:23; Ap. 22:19; Jo. 12:48; Is. 8:20; Ef. 6:17; Rm. 15:4; Lc. 16:31; Sl. 19:7-11; Jo. 5:45-47; Jo. 5:39.

Art. 2º - Do Verdadeiro Deus

Cremos que há um só Deus, vivo e verdadeiro; um Espírito inteligente, Criador e supremo governador do céu e da terra; expressivamente glorioso em santidade, digno de toda honra, confiança e amor; que na unidade Divina há três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo, iguais em toda perfeição divina e execução de ofícios distintos, mas harmoniosos na grande obra da redenção. Ex. 20:2-3; Gn. 17:1; 1 Co. 8:6; Ef. 4:6; Jo. 4:24; Sl. 147:5; Sl. 83:18; Sl. 90:2; Jr. 10:10; Ex. 15:11; Ap. 4:11; 1 Tm. 1:17; Rm. 11:33; Mc. 12:30; Mt. 28:19; Jo. 15:26; 1 Co. 12:4-6; 1 João 5:7; Jo. 10:30; João 17:5; 1 Cor 2:10-11; Fp. 2:5-6; Ef. 2:18; 2 Co. 13:14.

Art. 3º - Do Espírito Santo

Cremos que o Espírito Santo é uma pessoa divina; igual a Deus o Pai, e a Deus o Filho, e da mesma natureza. Cremos que Ele restringe a maldade até que se cumpra o propósito de Deus; que Ele convence do pecado, do juízo e da justiça; que Ele dá testemunho do verdadeiro Evangelho, na pregação e na confirmação; que Ele é o agente do Novo Nascimento; que Ele sela, dota, guia, ensina, testifica, santifica, consola e auxilia o crente. Cremos que o Batismo no Espírito Santo, sempre ocorre quando os pecadores se convertem a Cristo, que os integra, regenerados pelo Espírito Santo, à Igreja. Cremos que os dons de sinais cessaram em virtude dos mesmos terem desempenhado seu papel de confirmar o evangelho e a palavra dos apóstolos diante das nações nos primórdios da Igreja. Heb. 2:3-4; I Cor. 13:8-13; I Cor. 12:12-13; Jo. 14:16-17; Mt. 28:19; Hb. 9:14; Jo. 14:26; Lc. 1:35; Gn. 1:1-3; 2 Ts. 2:7; Jo. 16:8-11; Jo. 15:26-27; At. 5:30-32; Jo. 3:5-6; Ef. 1:13-14; Mt. 3:11; Mc. 1:8; Lc. 3:16; Jo. 1:33; At. 11:16; Lc. 24:49; Jo. 16:13; Rm. 8:14; Rm. 8:16; 2 Ts. 2:13; 1 Pe. 1:2; Rm. 8:26-27.

Art. 4º - Do Diabo, ou Satanás

Cremos que Satanás foi uma vez santo e desfrutou das honras celestiais, mas, por causa do orgulho e da ambição de ser como o Todo Poderoso, caiu e arrastou uma hoste de anjos; é agora o príncipe maligno do poder do ar e o deus ímpio deste mundo. Sustentamos ser ele o grande tentador do homem, o inimigo de Deus e do Seu Cristo, o acusador dos santos, o autor de todas as religiões falsas, o poder principal por detrás da presente apostasia, o senhor do anti-cristo e o autor de todas as forças das trevas, destinado contudo, à derrota final nas mãos do Filho de Deus e ao juízo de uma justiça eterna no lago de fogo, lugar preparado para ele e seus anjos. Is. 14:12-15; Ez. 28:14-17; Ap. 12:9; Judas 6; 2Pe. 2:4; Ef. 2:2; Jo. 14:30; I Ts. 3:5; Mt. 4:1-3; 1Pe. 5:8; 1 Jo. 3:8; Mt. 13:39; Lc. 22:3-4; Ap. 12:10; 2 Co. 11:13-15; Mc. 13:21-22; I Jo. 4:3; 2 Jo. 7; 1 Jo. 2:22; Ap. 13:13-14; 2 Ts. 2:8-11; Ap. 19:11,16,20; Ap. 12:7-9; Ap. 20:1-3; Ap. 20:10; Mt. 25:41.

Art. 5º - Da Criação

Cremos no relato da criação que se encontra no livro de Gênesis e que deve ser aceito literalmente, e não alegórica ou figuradamente; que a criação do homem não foi matéria da evolução ou mudança evolutiva das espécies, ou do desenvolvimento através de intermináveis períodos de tempos, de formas mais baixas para superiores; que toda a vida animal e vegetal foram feitas diretamente pela lei estabelecida de Deus para que produzissem “Segundo sua espécie”. Gn. 1:1; Ex. 20:11; At. 4:24; Cl. 1:16-17; Hb. 11:3; Jo. 1:3; Ap. 10:6; Rm. 1:20; At. 17:23-26; Jr. 10:12; Ne. 9:6; Gn. 1:26-27; Gn. 2:21-23; Gn. 1:11; Gn. 1:24.

Art. 6º - Da Queda do Homem

Cremos que o homem foi criado em inocência, sob a lei do seu Criador, mas por transgressões voluntárias caiu do seu estado perfeito e feliz, em conseqüência do que, toda a espécie humana é agora pecadora, de natureza decaída, não por escolha, portanto, sob justa condenação sem defesa ou desculpa. Gn. 3:1-6,24; Rm. 5:12; Rm. 5:19; Rm. 3:10-19; Ef. 2:1,3; Rm. 1:18; Ez. 18.19-20; Rm. 1:32; Rm. 1:20; Rm. 1:28; Gl. 3:22.

Art. 7º - Do Nascimento Virginal

Cremos que Jesus Cristo foi gerado do Espírito Santo, de uma maneira milagrosa; nascido de Maria, uma virgem, como nenhum homem jamais nasceu de mulher, e que Ele tanto é o Filho de Deus como é Filho do homem. Gn. 3:15; Is. 7:14; Mt. 1;18-25; Lc. 1:35; Mc. 1:1; Jo. 1:14; Sl. 2:7; Gl. 4:4; 1 Jo. 5:20; 1 Co. 15:47.

Art. 8º - Do Sacrifício Pelo Pecado

Cremos que a Salvação dos pecadores é inteiramente pela graça; através dos ofícios mediatórios do Filho de Deus, o qual, pela indicação do Pai, tomou livremente sobre ele nossa natureza, todavia sem pecado, honrou a lei divina pela Sua obediência e por Sua morte fez pelos nossos pecados um sacrifício completo; que o Seu sacrifício não consistiu em apresentar-nos um exemplo por Sua morte como mártir, mas foi a substituição voluntária dEle, tomando o lugar do pecador, o justo pelo injusto, levando Ele nossos pecados no madeiro, no Seu próprio corpo; que, tendo ressurgido dos mortos, está agora entronizado no céu com poder e glória. Ele está de todo modo qualificado para ser o Salvador adequado, compassivo e todo-suficiente. Ef. 2:8; At. 15:11; Rm. 3:24; Jo. 3:16; Mt. 18:11; Fp. 2:7; Hb. 2:14; Is. 53:4-7; Rm. 3:25; 1 Jo. 4:10; 1 Co. 15:3; 2 Co. 5:21; Jo. 10:18; Fp. 2:8; Gl. 1:4; 1Pe. 2:24; 1Pe. 3:18; Is. 53:11; Hb. 12:2; 1 Co. 15:20; Is. 53:12; Hb. 9:12-15; Hb. 7:25; I Jo. 2:2.

Art. 9º - Da Graça Na Nova Criação

Cremos que, para serem salvos, os pecadores devem nascer de novo. O novo nascimento é uma nova criação em Cristo Jesus; que é instantâneo e não um processo; que no novo nascimento o morto em delitos e pecados é feito participante da natureza divina e recebe a compreensão, não pela educação cultural, pelo caráter, nem pela vontade do homem, mas inteira e unicamente pelo poder do Espírito Santo em conexão com a verdade divina, de modo a garantir nossa obediência voluntária ao Evangelho, que a sua devida evidência aparece nos frutos santos de arrependimento, fé e novidade de vida. Jo. 3:3; 2 Co. 5:17; Lc. 5:27; 1 Jo. 5:1; Jo. 3:6-7; At. 2:41; 2 Pe. 1:4; Rm. 6:23; Ef. 2:1; 2 Co. 5:19, Cl. 2:13; Jo. 1:12-13; Gl. 5:22; Ef. 5:9.

Art. 10º - Da Gratuidade Da Salvação

Cremos que a salvação é pela graça, um dom gratuito de Deus; que as bençãos da salvação são oferecidas a todos, pelo evangelho. É dever imediato de todos aceitá-la, por meio da fé e arrependimento sincero; que não impede a salvação do maior pecador na terra, senão, por sua depravação inerente e rejeição voluntária do evangelho, que o envolve numa condenação eterna. 1 Ts. 1:4; Cl. 3:12; 1 Pe. 1:2; Tt. 1:1; Rm. 8:29-30; Mt. 11:28; Is. 55:1; Ap. 22:17; Rm. 10:13; Jo. 6:37; Is. 55:6; At. 2:38; Is. 55:7; Jo. 3:15-16; 1 Tm. 1:15; 1 Co. 15:10; Ef. 2:4-9; Jo. 5:40; Jo. 3:18; Jo. 3:36.

Art. 11º - Justificação

Cremos que a grande benção do evangelho, é que Cristo garante aos que nElecrêem, a justificação; que inclui o perdão do pecado e o dom da vida eterna; que é dispensada não em consideração a quaisquer obras de justiça que houvéssemos feito, senão unicamente por meio da fé no sangue Redentor. At. 13:39; Is. 53:11; Zc. 13:1; Rm. 8:1; Rm. 5:9; Rm. 5:1; Tt. 3:5-7; Rm. 1:17; Hb. 2:4; Gl. 3:11; Rm. 4:1-8; Hb. 10:38.

Art. 12º - Do Arrependimento e Da Fé

Cremos que o arrependimento e a fé são graças inseparáveis, operadas em nossas almas pela vivificação do Espírito de Deus, pelo qual, sendo convencidos de nossas culpas, perigo e desamparo, voltando-nos para Deus em sincera contrição, confissão e súplica por misericórdia, recebendo o Senhor Jesus Cristo e confessando-o abertamente como nosso único e suficiente salvador. Jo. 16:8; At. 20:21; Mc. 1:15; At. 2:37-38; Lc. 18:13; Rm. 10:13; Sl. 51:1-4; Sl. 51:7; Is. 55:6-7; Lc. 12:8; Rm. 10:9-11.

Art. 13ª - Da Igreja

Cremos que a Igreja de Cristo é uma congregação de crentes batizados num concerto de fé e comunhão do evangelho, observando as ordenanças de Cristo, governada por suas leis, exercendo os dons, direitos e privilégios pela sua palavra; que os seus oficiais de ordenanças são pastores e diáconos cujas qualificações, pretensões e deveres estão claramente definidos nas Escrituras; cremos que a verdadeira missão da Igreja se acha na Grande Comissão: Primeiro, fazer discípulos individuais; Segundo, edificar a igreja; Terceiro, ensinar e instituir como Ele ordenou. Não cremos na inversão desta ordem, sustentamos que a igreja local tem o direito absoluto de auto-governo, livre da interferência de qualquer hierarquia de indivíduos ou organização, que o único superintendente é Cristo, por meio do Espírito Santo; que é espiritual as verdadeiras igrejas cooperarem com as demais na luta pela fé e propagação do Evangelho; que cada igreja é o único juiz da medida e método de sua cooperação em todos os assuntos da comunidade, de diplomacia, de governo, de disciplina, de benevolência. Cremos numa igreja autônoma e separada do Estado. A vontade da igreja local é final. At. 2;41; At. 2:42; 1 Co. 11:2; Ef. 1:22-23; Ef. 4:11; 1 Co. 12:4, 8-11; At. 14:23; At. 6:5-6; At. 15:23; At. 20:17-28; 1 Tm. 3:1-13; Mt. 28:19-20; Cl. 1:18; Ef. 5:23-24; 1 Pe. 5:1-4; At. 15:22; Jd. 3-4; 2 Co. 8:23-24; 1 Co. 16:1; Ml. 3:10; Lv. 27:32; 1 Co. 16:2; 1 Co. 6:1-3; I Co. 5:11-13.

Art. 14ª - Do Batismo e da Ceia do Senhor

Cremos que o batismo cristão é a imersão de um crente na água, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, com a autoridade da Igreja local, é exibir um emblema solene e belo da nossa fé no Salvador crucificado, sepultado e ressuscitado, com seus efeitos em nossa morte para o pecado e ressurreição para uma nova vida, sendo isto pré-requisito aos privilégios de uma Igreja em relação à Ceia do Senhor, na qual os membros da Igreja, pelo uso sagrado tanto do pão e do fruto da vide, fazem em memória de Cristo, precedido sempre de solene auto-exame. At. 8:36-39; Mt. 3:6; Jo. 3:23; Rm. 6:4-5; Mt. 3:16; Mt. 28:19; Rm. 6:3-5; Cl. 2:12; At. 2:41-42; Mt. 28:19-20; 1 Co. 11:23-28.

Cremos no batismo bíblico. Historicamente, a prática do batismo iniciou-se com os judeus, que batizavam para a purificação. Depois veio o batismo do arrependimento, praticado por João (At.19.3) e após a morte de Cristo temos o batismo da identificação. (Rm. 6.3). Os princípios para o batismo são: 1) o candidato certo: aquele que creu em Cristo como seu único e suficiente salvador pessoal. 2) O modo correto: por imersão: a semelhança de Jesus Cristo. 3) Praticado pela autoridade certa: A Igreja Bíblica. 4) O valor adequado: O batismo serve como testemunho público da fé pessoal em Jesus, e não como complemento da salvação (Mc.16.15-16). Todo candidato à membresia da igreja, proveniente de outras denominações, devem ser confrontados em relação à doutrina do batismo. Não havendo concordância, devem ser biblicamente batizados. Entendemos que candidatos àmembresia oriundos de grupos pentecostais e neopentecostais, não se identificam com a doutrina fundamentalista do batismo, devendo, portanto serem batizados, identificando-os, desta forma, com o verdadeiro significado do batismo bíblico. (Atos 19:1-5)

Art. 15º - Da Perseverança dos Santos

Cremos que só os salvos permanecerão até o fim, que sua adesão perseverante a Cristo é a grande marca que os distingue de professantes superficiais; que uma providência especial preside sobre o seu bem-estar; que são guardados pelo poder de Deus através da fé para a eterna salvação. Jo. 8:31-32; Cl. 1:21-23; 1 Jo. 2:19; Mt. 13:19-21; Rm. 8:28; Sl. 121:3; Hb. 1:14; 1 Pe. 1:5; Fp. 1:6; Jo. 10:28-29; Rm. 8:35-39.

Art. 16º - Dos Justos e Dos Ímpios

Cremos que há uma diferença radical e essencial entre os justos e os ímpios, que só são verdadeiramente justos na estima de Cristo, os que são justificados pela fé no nome do Senhor Jesus e santificados pelo Espírito de Deus, mas todos os que continuam na impenitência e incredulidade são à sua vista, ímpios e estão sob a maldição, distinção esta que permanece entre os homens tanto na morte como depois dela, na eterna felicidade dos salvos e no sofrimento cônscio e eterno dos perdidos. Ml. 3:18; Gn. 18:23; Rm. 6:17-18; Pv. 11:31; 1 Pe. 1:18; Rm. 1:17; 1 Co. 15:22; At. 10:34-35; Jo. 2:29; Rm. 6:16; 1 Jo. 5:19; Gl. 3:10; Rm. 7:6; Rm. 6:23; Pv. 14:32; Lc. 16:25; Mt. 25:34, 41; Jo. 8:21; Lc. 9:26; Jo. 12:25; Mt. 7:13-14.

Art. 17º - Do Governo Civil

Cremos que o Governo Civil é de nomeação Divina, para os interesses e boa ordem da sociedade humana; que os magistrados devem ser alvos de nossas orações, honrados e obedecidos conscientemente, exceto nas coisas opostas à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual é o único Senhor da consciência e Príncipe vindouro dos reis da terra. Rm. 13:7; 2 Sm. 23:3; Ex. 18:21-22; At. 23:5; Mt. 22:21; Tt. 3:1; 1 Pe. 2:13-14; 1 Pe. 2:17; At. 4:19-20; Dn. 3:17-18; Mt. 10:28; Mt. 23;10; Fp. 2;10-11; Sl. 72:11.

Art. 18º - Da Ressurreição

Volta de Cristo e Eventos Relacionados. Da ressurreição: cremos que Cristo ressuscitou corporalmente ao terceiro dia segundo as Escrituras; que Ele ascendeu à mão direita do trono de Deus; que só Ele é o nosso misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas relativas a Deus. “Que este mesmo Jesus que foi tomado dentre vós, do céu virá, da mesma maneira como O vistes ir para o céu” (corporal, pessoal e visivelmente); que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; que os santos vivos serão transformados num momento, num abrir e fechar de olhos, na última trombeta, e que os mesmos serão arrebatados para encontrar o Senhor Jesus nos ares; seguindo-se 7 anos da Grande Tribulação neste mundo, concomitante com o Tribunal de Cristo e as Bodas do Cordeiro nos céus, e que o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi; que após este período Cristo reinará na terra mil anos em justiça até que tenha posto todos os inimigos debaixo dos Seus pés, e seguindo-se a realização do julgamento do Grande Trono Branco, a condenação eterna dos perdidos no Lago de Fogo, e, a eternidade com a manifestação do Novo Céu e Nova Terra. Mt. 28:6-7; Lc. 24:39; Jo. 20:27; I Co. 15:4; Mc. 16:6; Lc. 24:2-7; At. 1:9, 11; Lc. 24:51; Mc. 16:19; Ap. 23:21; Hb. 8:1; Hb. 12:2; Hb. 8:6; 1 Tm. 2:5; 1 João 2:1; Hb. 2:17; Hb. 5:9-10; Jo. 14:3; 1 Ts. 4:16; Mt. 24:27; Mt. 24:42; Hb. 9:28; 1 Co. 15:42-44, 51-53; 1 Ts. 4:17; Fp. 3:20-21; Lc. 1:32; 1 Co. 15:25; Is. 11:4-5; Sl. 72:8; Ap. 20:1-4; Ap. 20:6. Ap. 20:11-15; Ap. 21:1-2, 9-11.

Art. 19º - Da Evangelização e Missões

O mandamento de levar o Evangelho ao mundo é claro e inconfundível, e esta Comissão foi dada à Igreja. Mt. 28:18-20; Mc. 16:15; Jo. 20:21 e Rm. 10:13-15.

Art. 20º - Da Graça de Dar

O dar, segundo as Escrituras, é um dos fundamentos da fé. (2 Co. 9:7). Somos ordenados a trazer os dízimos e ofertas a casa do tesouro (tesouro comum da Igreja) Ml. 3:8-10 e 1 Co. 16:2. Sob a graça devolvemos e não pagamos o dízimo. (Hb. 7:2). Este preceito nos foi ensinado quatrocentos anos antes da lei, e está confirmado no Novo Testamento; Mt. 23:23. Lv. 27:30;

Art. 21º - Da Separação

I. Liberalismo – Cremos que devemos separar do liberalismo e modernismo, que têm crescido, e em muitos casos, está controlando completamente as denominações (Tt 2:1; I Tm 4:6; II Co 6:14-18; II Jo 10; I Tm 4:2; Jd 13).

II. Mundanismo – Cremos que devemos manter-nos longe do mundanismo e de associações mundanas, tanto na prática do mundanismo como frequentar locais impróprios, embriaguez, uso e tráfico de drogas, tabagismo, bebidas alcoólicas, dança, maledicência, jogos de azar, uso de palavras de baixo calão e coisas similares (I Ts 5:22; II Co 6:17; Lc 21:34; Tt 21:34; Tt 2:12; Cl 3:2).

III. Imoralidade – Consideramos pecado a imoralidade sexual, prostituição, favorecimento a prostituição, pornografia, fornicação, pedofilia, estupro, homossexualismo, nudismo e adultério.

IV. Sociedades Secretas – Cremos que não devemos pertencer a qualquer sociedade secreta (II Co 6;14; Ex 34:12).

V. Seitas – Cremos que devemos tomar posição contrária a qualquer erro doutrinário ou prática eclesiástica como: O unitarismo, a guarda do sábado, o batismo pelos mortos, esoterismo, o culto e adoração aos santos e anjos, a idolatria, a prática da mediunidade, necromancia, o fetichismo, feitiçaria, sincretismo, astrologia, meditação transcendental, o panteísmo, regressão, teologia da prosperidade, confissão positiva, assim como todo e qualquer ensinamento ou prática eclesiástica reprovado pela Bíblia Sagrada ou não embasado na mesma. (At.2.42, Ef. 4.14; 1 Tm.1.3; 1 Tm.1.10; 1 Tm.4.1; 1 Tm.4.3; Tt.1.9.)

Art. 22º - Da Não Participação

I. Movimento Carismático e Pentecostalismo – Cremos que não devemos trabalhar em união ou participar nos movimentos carismáticos pentecostais e neopentecostais. II. Movimento Ecumênico. – Cremos que não devemos trabalhar em União com o Movimento Ecumênico e nem participar de cultos e reuniões que caracterizem ecumenismo.

Art. 23º - Do Ministério Pastoral

I. Quanto à ordenação feminina: Cremos que não é bíblica a prática da ordenação, nomeação ou eleição de mulheres para o ministério pastoral e diaconal da igreja local. 1 Co. 14.34-37; 1 Tm. 2.11-14.

II. Quanto à ordenação de divorciados e re-casados: Cremos que não é bíblica a prática da ordenação e manutenção de obreiros no ministério pastoral nestas condições. I Tim. 3:1-7; Tito 1:6-9. Como igreja bíblica devemos nos opor ao divórcio e desta forma nos identificarmos com ensinamentos de Cristo (Gn. 2:24; Ml. 2:16; Mt. 19:1-10). Quanto à recepção de casais divorciados para a membresia, fica a critério da igreja local.

Art. 24º - Da Liturgia

Os princípios que devem disciplinar a liturgia dos cultos em nossas igrejas são:

I. Ordem e Decência: Cremos que os nossos cultos devem observar o princípio de ordem e decência (1 Co.14.40) e de separação (2 Co.6.17; Rm. 12:2). Na prática não devemos usar ritmos mundanos na música tais como: rock, samba, funk, rap, pagode, etc, assim como danças e coreografia. Recomendamos o uso do Hinário Batista e do Cantor Cristão para adoração nos cultos, ou outros do mesmo gênero. (Ef. 5.19).

II. Edificação: Os cultos tem como propósito a adoração a Deus, a edificação dos crentes e a salvação de almas. (Ef. 5.19; Col. 3.16) Nossos cultos devem se identificar com os valores divinos e não dos homens, afinal a adoração é para Deus. (Lev. 10:1)

III. Instrumentos – A Bíblia nos dá liberdade para usarmos instrumentos variados para adoração (1 Cr. 25.6; Sl. 150), lembrando-nos de que, quem adora não é o instrumento, mas o homem (Sl.150.6), porém deve ser feito dentro de um espírito de ordem, decência e de separação (I Cor. 6:12; 10:23 e 14:40), devemos fugir de tudo que nos identifica com o mundo. (I Ts. 5:22; 1 Jo. 2:16). A CBBN não recomenda o uso da bateria na liturgia dos cultos. A CBBN não usará este instrumento nos seus eventos como também exigirá que as juntas regionais ou estaduais façam o mesmo.

Art. 25º - Da Vestimenta

Os princípios Bíblicos para a vestimenta são:

I. Modéstia e decência: 1 Timóteo 2-9 - Na prática, homens e mulheres devem dar um bom testemunho cristão pelo modo como se vestem, não só dentro da igreja, como fora dela, evitando o uso de roupas sensuais tais como: roupas curtas, apertadas, coladas ao corpo, decotadas, cavadas, transparentes, abertas ou semiabertas, ou outras tais que exponham partes do corpo (templo do Espirito Santo) à cobiça. (I Ts. 4:6) A CBBN recomenda para as mulheres o uso de vestidos ou saias e para os homens roupa social nos cultos públicos.

II. Diferenciação dos sexos: (Dt. 22.5). Conforme o versículo bíblico a roupa não deve colocar em dúvida o gênero da pessoa.

Art. 26º - Das Versões da Bíblia

Tendo em vista a proliferação de versões, traduções e paráfrases atuais do texto sagrado, o que tem trazido conflitos textuais e omissões comprometedoras, recomendamos para as igrejas Batistas Bíblicas apenas o uso de traduções bíblicas baseadas no texto Massorético - Velho Testamento e Receptus - Novo Testamento, traduzidas por equivalência formal.

Art. 27º - Da Metodologia Ministerial.

Cada igreja local tem liberdade de desenvolver e, ou, fazer uso de ferramentas já existentes para ensino, evangelização e treinamento tais como: Evangelismo Explosivo, Auto confrontação, Um-a-um, Discipulado bíblico, Grupos pequenos, etc. O Conteúdo deve ser bíblico e identificado com a nossa doutrina. Devemos, contudo evitar quaisquer vinculações com movimentos como G-12 e M-12, entre outros ministérios controvertidos.

Art. 28º - Aborto e Eutanásia

Cremos que a vida é um dom de Deus, e cabe somente a Ele o poder de tomá-la, portanto somos contrários a tais práticas. (Gn. 20:13)

Art. 29º - Homossexualismo

Cremos que a prática do homossexualismo é abominável diante de Deus, e como igreja, à luz da Bíblia, somos contrários a tal prática. (Lev. 18:22, 20:13, Rm. 1:27) Não discriminamos as pessoas, mas sim condenamos tais práticas. (Rm. 1:32)

Declaração de fé aprovada em Assembleia Extraordinária da CBBN em 21 de setembro de 2013 em Campinas – São Paulo, no Hotel Nacional Inn.

PRESIDENTE

PR. MARCOS ANTONIO DA SILVA - SÃO PAULO – SP

Telefone: (11) 5543-4122 (11) 98756-4343 (Tim)

E-Mail: marcosigreja@uol.com.br

VICE PRESIDENTE

PR. DALTON DE OLIVEIRA BOGO – CURITIBA – SP

Telefones: 41-3078-9426 / 41-99926-4470

Email: pr.dalton@tbbc.org.br dalton@ibbc.org.br

E-Mail: prmanoelcano@ig.com.b

PRIMEIRO SECRETÁRIO

PR. LUIZ CARLOS GOMES – UMUARAMA – PRp>

Telefones: Res. 44-3055-4290 – Igreja: 44-3056-1280 – 44-9167-9265 (Vivo) p>

E-Mail: pr.luizcarlosgomes7@gmail.comp>

SEGUNDO SECRETÁRIO

PR. ANTÔNIO FERREIRA DOS SANTOS – CAMPINAS – SP

Telefone: (19) 99432-4440

E-Mail: prantoniofsantos@yahoo.com.br

PRIMEIRO TESOUREIRO

CARLOS ALBERTO SAREM PEREZ – SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP

Telefones: 11-97515-8643 / 11-4066-1102 e 11-4066-4771

E-Mail: carloscbbn@gmail.com

Segundo Tesoureiro

PR. UZIEL CIRINO – SÃO PAULO – SP

Telefone: 11-98205-6326

E-Mail: uacirino@hotmail.com

COMITÊ DE MISSÕES

DIRETOR DE MISSÕES

PR. JOEL BARBOSA – EMBU GUAÇU – SP

Telefone: 11-5925-5601 / 11-99368-7870

E-mail: barbosajoel@hotmail.com

DIRETOR SECRETÁRIO

PR. MARCELO DA SILVA – CAMPINAS – SP

Telefones: Igreja: 19-3228-3576 – Res. 19-3229-1898 – 19-98212-6984

E-Mail: prm.silva@ibest.com.br

DIRETOR DE PROJETOS

PR. ÁLVARO A. PAVAN – CAMPINAS – SP

Telefones: Igreja 19-3231-3566 19- 99729-7930

E-Mail: pr.pavan@bol.com.br

DIRETOR DE MARKETING

Pr. Manoel F. Cano – INDAIATUBA – SP

Telefone: (19) 3934-6575 (19) 98805-5469 (Oi) e (19) 98361-7460 (Tim)

E-Mail: prmanoelcano@ig.com.br

COMITÊ DE ÉTICA

PR. JOSÉ REGINALDO GONÇALVES SANTANA – ITAPECIRICA DA SERRA – SP

Telefones: Igreja: 11-4666-9774 e Res. 11-5891-6495 / 11-99660-3548 / 11-98502-6581

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PR. DOMICIANO GONÇALVES DA SILVA – SÃO PAULO – SP

Telefones: Igreja: 11-2947-1352 Res. 11- 4347-6603 – Cel. 11-99931-8993 / 11-99655-4640

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PR. SÉRGIO BARBOSA - SÃO PAULO - SP

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CONSELHO DE PASTORES

PR. MARIO JOSÉ DA SILVA – SÃO PAULO – SP

Telefones: Res. 11-7130-4523 / 11-97130-4523

E-Mail: prmarioigreja@uol.com.br

CONSELHO FISCAL

PR. JOÃO AMADOR DE MELO – SÃO PAULO – SP

Telefones: Res. 11-5672-5533 e Igreja: 11-5621-7287

E-Mail: amadordemelo@uol.com.br

PR. ALMIR ROGÉRIO RIBEIRO E SILVA – SUMARÉ – SP

Telefones: 19-3308-7382 Celular: 19-99581-1000

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PR. NILDO SIMÕES DA SILVA – SÃO PAULO – SP

Telefones: (011) 5891-0578 - Cel. 11-98199-9014 (Oi) - 11-95937-1838 (Tim)

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SECRETARIO EXECUTIVO

PR. MANOEL F. CANO – INDAIATUBA – SP

Telefones: 19-3934-6575 / 19-98805-5469 (tim) e 19-98361-7460 (vivo)

E-Mail: prmanoelcano@gmail.com

Projetando o Futuro

Planejamento Estratégico CBBN

Apresentamos às Igrejas da CBBN o planejamento estratégico da entidade para os próximos 5 anos.

Com o lançamento do projeto também estamos lançando um recadastramento das igrejas Batistas Bíblicas no Brasil.

O recadastramento não tem como objetivo descredenciar igrejas arroladas na CBBN, mas tornar a nossa organização mais eficiente.

Então, após conhecer a declaração de fé, o novo estatuto e o planejamento estratégico, as igrejas devem decidir adotá-los e comunicar isso na ficha de recadastramento, juntamente com o seu cadastro atualizado.

Esperamos a cooperação das igrejas para tornar a CBBN uma organização cada vez mais eficiente e relevante para a vida das igrejas.

Pr. Marcos A. da Silva

Planejamento Estratégico

1.Análise:

a.Declaração de identidade Organizacional

i.Visão (Onde queremos chegar)

Ser uma organização presente, visionária e atuante, que promove no meio de igrejas, pastores e missionários: a unidade da fé, a comunhão e a cooperação com o propósito de expandir a obra Batista Bíblica em toda parte.

ii. Missão (Motivo da Existência)

1. MISSÃO DA CBBN: Ser uma organização promotora da obra Batista Bíblica no Brasil.

a. Promover a Confraternização entre as Igrejas Batistas Bíblicas do Brasil

b. Contribuir de todos os modos para aperfeiçoar, aprofundar, e ampliar a visão e a ação das igrejas para o desenvolvimento da obra missionária e evangelística nacional e internacional.

c. Auxiliar, quando necessário e dentro do possível, igrejas e obreiros com auxílio financeiro e orientação eclesiástica.

d. O programa de ação junto às igrejas abrange as seguintes áreas: Evangelização, Missões, Educação Religiosa, Educação Ministerial e Comunicação.

e. Servir como conselheira, mediadora, confrontadora e disciplinadora em situações que comprometam os valores estabelecidos no nosso estatuto e declaração de fé.

f. Produzir material didático fundamentalista para EBD, seminários, e outros.

g. Utilização dos meios de comunicação lícitos para alcançar seus propósitos institucionais.

h. Ser uma voz de protesto contra a apostasia e o mundanismo.

iii. Valores

1. A Bíblia Sagrada como única e suficiente regra de fé e prática.

2. Preservação da sã doutrina.

3. Comprometimento com propósitos institucionais.

4. Ética nos relacionamentos.

5. Excelência.

6. Unidade.

7. Cooperação.

8. Transparência.

9. Glorificação do nome de Deus.

b. Análise do Ambiente Externo

i. Oportunidades

1. A desilusão de muitos crentes sinceros com o modernismo e liberalismo nas denominações históricas e a busca por igrejas genuinamente bíblicas.

2. A desilusão de muitos crentes sinceros com o radicalismo e legalismo não bíblico e a busca por uma posição bíblica e equilibrada.

3. O desenvolvimento dos meios de comunicação, que permite alcançar sem restrições e, com potencial de transformação, grupos e indivíduos dentro do seu habitat social, cultural e religioso.

ii. Ameaças

1. A propagação generalizada de princípios não bíblicos ou pseudo bíblicos e a desvalorização dos valores evangélicos tradicionais.

2. O crescimento das seitas e grupos religiosos de toda espécie que avançam através das mídias conquistando novos fiéis dentro e fora de nossas igrejas.

3. Avanço de uma influência proselitista de radicalismo teológico não bíblico visando alienar pastores e igrejas de nosso grupo.

4. A não valorização da identidade Batista Bíblica e de seus projetos por muitas igrejas arroladas à CBBN.

c. Análise do Ambiente Interno

i. Pontos Fracos.

1. Falta de objetividade na formulação, comunicação e defesa de uma identidade organizacional (missão, visão e valores).

2. Falta de uma política para regular ações e relacionamentos nas áreas de missões, evangelismo, confraternização, educação religiosa e teológica.

3. Falta de conhecimento e representatividade da instituição no meio das igrejas e pastores.

4. Radicalismo teológico não bíblico de grupos em determinados lugares.

5. A tentativa de promover a divisão por grupos que fazendo parte da CBBN não concordam com suas diretrizes.

6. Falta de respeito à liderança legitimamente constituída.

7. Insuficiência de recursos financeiros para sustento operacional da instituição e seus projetos, programas e staff.

8. Falta de uma sede que centralize as operações da instituição e lhe dê maior representatividade.

9. Falta de uma estrutura organizacional eficiente nas áreas de evangelização, educação, educação cristã (literatura), educação teológica (Cursos de teologia) e comunicação.

10. Deficiência na qualidade da formação de pastores, missionários, professores, educadores cristãos e músicos.

11. Ausência de formação de obreiros nas áreas de Educação Cristã e Música.

12. Falta de Planejamento Estratégico a Curto, Médio e Longo Prazo.

ii. Pontos Fortes

1. Diretoria comprometida com objetivos institucionais.

2. Fortalecimento de objetivos da instituição pela experiência das últimas gestões e gestores.

3. Recente implantação do ministério do secretário executivo.

4. Estatuto e declaração de fé bíblica e equilibrada.

5. Diretoria comprometida em organizar, implementar e fazer correções necessárias para que os objetivos institucionais sejam alcançados.

6. Novos obreiros e até leigos que podem dar contribuição significativa em diversas áreas.

2. Decisão

a. Estabelecimento de Objetivos e Metas

i. Declaração de Missão, Visão e Valores.

Formular e Divulgar até Junho de 2017 a declaração de: Missão, Visão e Valores da CBBN e tornar isso amplamente conhecido por todos os meios de comunicação, inclusive folder.

ii. Realizar senso

Das igrejas e congregações com o propósito de estabelecer projetos estratégicos de apoio, e expansão da obra Batista Bíblica.

ii. Visitas ao Campo.

Dividir o Brasil em regiões e fazer um projeto de visitas às regiões pelo secretário Executivo e/ou diretoria, com apresentação de relatórios.

iv. Cartilha Missionária.

Criar e aprovar até janeiro de 2018 uma cartilha missionária para regular ações e metodologia de trabalho do Comitê de Missões e missionários, servindo também de guia para as igrejas e pastores, Publicar no jornal, livreto e site.

v. Ampliar Base de Sustento.

Revisar a lista de igrejas mantenedoras da CBBN, buscando apoio financeiro. Contatar diretamente pastores e igrejas pedindo engajamento das que não contribuem e, uma contribuição maior às que já ajudam, com foco nas igrejas de missionários, de diretores e membros de comitês da gestão atual e anteriores. Conscientizar e fazer cumprir o estatuto da CBBN em relação à obrigatoriedade das igrejas dos membros da diretoria e comitês serem mantenedoras mensais da CBBN. Criar um certificado de fidelidade para reconhecer as igrejas mantenedoras de cada ano.

vi. Novo Site.

Aperfeiçoar nosso site. Melhorando e completando o que falta no site atual.

vii. Disponibilização de material.

Disponibilizar através do site materiais produzidos pela CBBN (vídeos, áudios, material escrito, CDs, etc.).

viii. Série de Discipulado (Vídeo e Impresso).

Com o intuito de divulgar nossa ( ) formar uma identidade denominacional. Criar até Julho de 2018 – uma série de vídeos de discipulado (ABC da vida cristã) e disponibilizar gratuitamente pela Internet. Oferecer via site pelo sistema download às igrejas e crentes em geral.

ix. Rádio na WEB.

Criar e colocar no ar à Rádio Batista Bíblica na WEB com a ajuda de pessoas da área. Buscar pessoas íntegras e comprometidas para disponibilizar conteúdos, até dezembro de 2020. Criar aplicativo para celulares.

x. Canal no Youtube.

Criar um canal no Youtube e disponibilizar conteúdos através de vídeos.

xi. Criar um Comitê de Educação Cristã.

Propósito de Produzir material que possa ser usado na EBD.

xii. Criar um Comitê de Evangelização.

Promover a capacitação de líderes, material evangelístico e Campanha Nacional de Evangelização.

xiii. Criar um Comitê de Comunicação.

Para cuidar da WEB Site, Produção em Áudio e vídeo, e publicações. Disponibilizar Cursos On-line à distância.

xiv. Criar um Comitê de Educação Teológica.

O Comitê de Educação Teológica trabalhará para planejar, executar e divulgar os Cursos de treinamento Ministerial até julho de 2018.

xv. Curso Básico de Treinamento Bíblico a Distancia.

Criar Curso Básico de Treinamento Bíblico Ministerial à distância pela WEB: 1 ano, com vídeos e material didático pagos para capacitação dos crentes para o ministério eclesiástico local até dezembro de 2018.

xvi. Curso Intermediário de Treinamento Bíblico a Distancia.

Criar curso Intermediário de Treinamento Bíblico Ministerial à distância pela WEB: (2 anos), com vídeos material didático pago. 2019

xvii. Curso Médio de Treinamento Bíblico a Distância.

Criar Curso de Licenciatura em Treinamento Bíblico Ministerial à distância pela WEB; (3 anos), com vídeos e material didático pagos. 2020

xviii. Curso de Bacharel em Teologia a Distância.

Criar Curso de Bacharel em teologia à distância pela WEB (4 anos) até 2021. (Com especializações em Ministério Pastoral, Missões e Educação Religiosa).

xix. Sede.

Havendo recursos para manter sede ter um imóvel, equipar. Contratar secretária (o) que possa dar suporte a projetos e líderes.

xx. Centro de Operação.

Não havendo recursos para manter sede. Montar centro de operação em espaço cedido por alguma igreja para cuidar de (WEB rádio, estúdio de vídeo e produção de material literário, e Cursos a Distância). Contratar secretária (tempo parcial ou integral) que possa dar suporte a projetos do centro, líderes e comitês.

xxi. Cursos de Treinamento de Missionários.

Curso Intensivo de Treinamento Básico (exigência admissional) para todos os missionários, Curso de Treinamento Transcultural para missionários transculturais a serem oferecido pela CBBN ou por um centro de treinamento conveniado.

xxii. Conferências Regionais de Missões.

Com participação de diretores do Comitê e membros da diretoria e missionários da CBBN, fazendo uso das igrejas.

xxiii. Apoiar e planejar a criação de um Congresso Bienal de Jovens Batistas Bíblicos.

b. Formulação de Estratégias

i. Priorizar projetos de maior urgência, resultado rápido e visível e menor custo.

ii. Criar Cronograma do Projeto.

iii. Criar estúdio de áudio e vídeo. Para produzir material para Rádio WEB e Canal Youtube e Cursos de Treinamento Teológico.

iv. Reuniões regulares de planejamento (Presidente, Diretor Missões e Secretário Executivo, Diretoria, lideranças e grupos de trabalho.

v. Elaborar projetos e planos de ação por área de trabalho.

vi. Analisar a conveniência e viabilidade de convênio com O IBM-SP e utilização do material e corpo docente para Cursos Teológicos.

vii. Os cursos de treinamento (vídeo salas) devem ser implantados primeiro em polos onde temos missionários e em estados onde não existem institutos bíblicos.

viii. Planejar, divulgar, realizar e executar projeto do Congresso Nacional Bienal da CBBN.

c. Elaboração de Programas, Projetos e Planos de Ação e seus orçamentos.

i. Os comitês deverão trabalhar para propor um planejamento estratégico e plano de ação e orçamento em cada área.

3. Implementação

a. Execução

i. Reuniões de planejamento com agenda e pauta para cada projeto e cada comitê.

ii. Reuniões de prestação de contas e avaliação semestrais.

b. Controle

i. Relatórios anuais das atividades dos comitês.

ii. Relatórios financeiros – balanços anuais.

c. Avaliação

i. Reuniões de avaliação semestral.

ii. Publicação de relatórios anuais.

Missão (Motivo da Existência)

MISSÃO DA CBBN: Ser uma organização promotora da obra Batista Bíblica no Brasil.

Visão (Onde queremos chegar)

Ser uma organização presente, visionária e atuante, que promove no meio de igrejas, pastores e missionários: a unidade da fé, a comunhão e a cooperação com o propósito de expandir a obra Batista Bíblica em toda parte.

MISSÃO DA CBBN:

Ser uma organização promotora da obra Batista Bíblica no Brasil.